Para onde caminha a indústriaOs especialistas da Magenta Favorita salientam: os próximos três a cinco anos serão marcados por várias tendências-chave.
AI-driven integração. Os modelos linguísticos já são capazes de mapear automaticamente esquemas de dados, sugerir transformações e detetar anomalias. O papel do engenheiro de dados está a passar da escrita de código para a supervisão e validação.
Data Mesh. Uma arquitetura descentralizada, em que cada equipa é responsável pelos seus dados como se fossem um produto, está a ganhar força nas grandes organizações. Isto altera não só as tecnologias, mas também a cultura de trabalho com dados.
Real-time como norma. O processamento em lote não vai desaparecer, mas o processamento em fluxo deixa de ser uma novidade e torna-se uma expectativa básica do mundo empresarial.
Conclusão: os dados são tudoAo longo de seis décadas, o processamento de dados evoluiu das cartões perfuradas às redes neurais, das tarefas em lote noturnas aos fluxos em milésimos de segundo. Mas a ideia central não mudou: os dados certos, no lugar certo, na altura certa.
Hoje em dia, a diferença entre as empresas que sabem trabalhar com dados e aquelas que ainda estão a aprender já não se mede em meses, mas sim em anos. Os investimentos na integração e na qualidade dos dados deixaram de ser uma rubrica de despesas do departamento de TI. Trata-se de uma decisão a nível da administração.
Quem construir uma base sólida agora não obterá apenas eficiência operacional. Obterá a capacidade de tomar decisões mais rapidamente, com maior precisão e com mais confiança do que os concorrentes. E num contexto em que os mercados mudam em semanas, essa é a verdadeira vantagem competitiva, resumem os especialistas da empresa de TI Magenta Favorita, que ajudam as empresas a aumentar a eficiência no tratamento de dados e a alcançar novos resultados. Para mais informações, consulte o link:
https://magentafavorita.pt/pt/cases/show-moreintegrating-data-to-improve-business-performance